Arquivo para setembro, 2010



visita a rebouças/pr

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O município de Rebouças, desmembrado de São João de Triunfo em 1930, na região Sudeste  do Paraná, conta atualmente com uma população de 15.000 habitantes, sendo que a maioria vive nas áreas rurais. A agricultura e a pecuária são as principais atividades econômicas da região que se destaca na produção de milho e soja. O nome da cidade foi escolhido em homenagem ao engenheiro responsável pela construção da estrada de ferro São Paulo – Rio Grande do Sul que passou pela localidade de Rio Azul nos anos de 1902 – 1904, trazendo consigo os primeiros núcleos de moradores.

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O deputado Angelo Vanhoni esteve em Rebouças para encontro de confraternização em apoio a sua candidatura à Câmara Federal em 2010 e falou da importância em darmos continuidade aos programas do governo federal como o PRONAF, que passou de R$ 2 bilhões de investimento na agricultura familiar em 2002 para R$ 16 bilhões em 2010 e também ao programa Minha Casa Minha Vida, que está garantindo habitação para os trabalhadores com renda entre 1 e 3 salários mínimos.

Duas emendas parlamentares de sua autoria estão beneficiando diretamente o município: Asfalto na rua Argemiro de Paula no valor de R$ 295 mil e reforma do estádio municipal do Clube Atlético Reboucense, no valor de R$ 146 mil.

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Vanhoni e o prefeito Luiz Zak, durante o encontro.

CLIQUE E OUÇA – Depoimento do prefeito Luiz Zak

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O deputado Vanhoni sempre esteve presente aqui no município de Rebouças, sempre ajudou a nossa cidade, tem um trabalho e uma história junto ao nosso município e colaborou com os avanços que tivemos em todas as áreas: na melhoria da cidade, na melhoria do interior, na agricultura familiar e na área de saúde. De modo que ele merece ser prestigiado e ter uma boa votação em reconhecimento a este trabalho que já foi feito, e também na expectativa de que tenhamos um futuro bem bom com a eleição da Dilma e com a eleição do Osmar para governador, pra que a gente possa continuar este trabalho e ampliar os avanços que já existem aqui.
Luiz Zak

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Fotos: Gilson Camargo

visita à igreja da imaculada conceição de nossa senhora – antônio olinto/pr

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O deputado Angelo Vanhoni esteve em Antonio Olinto/PR neste sabado, 11/09, para encontro de confraternização com moradores da cidade em apoio a sua candidatura à reeleição em 2010. Em sua visita Vanhoni foi recebido por membros da comunidade ucraniana que tem acompanhado sua atuação no Congresso Nacional em prol da diversidade cultural do estado do Paraná e da preservação do patrimônio histórico da imigração eslava.

Antônio Olinto é uma das mais antigas e tradicionais colônias ucranianas no Brasil. Os primeiros imigrantes ucranianos, no final do século 19, partilhavam com os poloneses a mesma capela construída pelo governo, mas, ressentiam-se da falta de assistência religiosa e do rito bizantino de sua igreja e, em 1902 iniciaram a construção de sua própria capela, que em 1911 recebeu o primeiro sacerdote. Em seguida chegou a colônia o padre João Michalczuk que concluiu as obras da igreja inaugurando-a em 1913.

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Restaurada em 2009 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IphaN/MinC) a igreja, no mais puro estilo bizantino, foi projetada em Jovkwa, Ucrânia e construída em madeira nativa pelos imigrantes. Com planta cruciforme, apresenta um acesso modesto, com telhado em duas águas, seguida de composição comum em igrejas ortodoxas: cinco cúpulas de planta octogonal arrematadas por lanternins, tendo no topo a cruz. A torre da igreja, isolada do corpo principal possuía cinco sinos, dos quais restam três.

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A igreja é uma relíquia da imigração ucraniana no Paraná. Uma obra de arte, ricamente decorada, com finíssimo trabalho de entalhe e belas esculturas. Na parte inferior das cinco cúpulas, várias pinturas representam os quatro evangelistas e os momentos mais significativos da vida de Jesus e de Maria, e chega a onze o número de quadros e pinturas da Virgem Santíssima. O altar mor feito de imbuia é do escultor Gabriel Budne, de Prudentópolis.

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O deputado foi recebido pelo padre Walmir Uhren e pelo prefeito José Veiga e almoçou o tradicional perohe ucraniano oferecido pelas Irmãs Servas de Maria Imaculada, responsáveis pela igreja e pela casa paroquial.

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Entre os assuntos referidos pelo deputado estiveram as comemorações dos 120 anos da imigração ucraniana, que acontecerá em 2011 e contará com apoio do governo federal. Será uma oportunidade de difundir pelo Brasil a produção cultural eslava, que se reflete na arquitetura, música, dança, artesanato, técnicas agrícolas e culinárias, e de expandir os intercâmbios nas áreas das ciências, cultura e educação com os países de origem.

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Também conhecida como Igreja de Nossa Senhora dos Corais, está situada na localidade de Linha Munhoz, emoldurada pela mata nativa.

Fotos: Gilson Camargo

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Dentre as peças do acervo da igreja destaca-se o histórico quadro bordado com a imagem de Nossa Senhora dos Corais. Consta que após a ampliação e conclusão da igreja, consagrada a Imaculada Conceição, o padre Michalczuk pensou em um quadro que representasse a padroeira e começou então a reunir corais e jóias que as famílias possuíam e podiam doar para que o mesmo fosse confeccionado. Ele dirigiu-se a um convento de irmãs da Sagrada Família na cidade de Curitiba e pediu às irmãs que produzissem o quadro, que foi concluído em 1932, trazido para Antônio Olinto e exposto na igreja a partir de 1933.

agendas no litoral – 06 e 07 de setembro

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Centro histórico de Antonina, complexo industrial Matarazzo, Ponta da Pita e terminal portuário da Ponta do Félix, vistos do Mirante da Pedra. Ao fundo o município de Paranaguá. Foto: Gilson Camargo

Vanhoni esteve durante o feriado da Independência em compromissos de campanha no litoral do Paraná. O deputado tem intensa atividade nestas cidades, desde a revitalização da praia de Matinhos, tombamento e reforma do patrimônio histórico em Paranaguá, regularização fundiária da Ilha do Valadares e incentivo à pesca artesanal, além de emendas parlamentares para realização de obras em diversos municípios.

antoninaEm Antonina, no comitê de campanha. Foto: Elias Dias / Assessoria Gleisi Hoffmann

A agenda incluiu o ponto de chamada da estiva, reunião com secretários municipais e representantes dos sindicatos, com religiosos no Santuário Nossa Senhora do Rocio em Paranaguá, encontros com vereadores do litoral e com o prefeito Carlos Augusto Machado, o Canduca, em Antonina, com lideranças em Praia de Leste e Pontal do Paraná e caminhadas em Guaratuba e Morretes, finalizando com dois comícios com a presença dos candidatos majoritários da coligação “A união faz um novo amanhã” em Matinhos (06/09) e Paranaguá (07/09).

4967987342_56aab294d4_b Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado pela coligação “A união faz um novo amanhã” durante comício em Matinhos em 06/09/10. Foto: Elias Dias / Assessoria Gleisi Hoffmann

depoimento de juca ferreira, ministro da cultura – 29/08/2010

Angelo Vanhoni já é deputado e deve ser reeleito. É um deputado que tem uma atuação muito consistente. Ele é presidente da Comissão de Educação e Cultura exatamente por sua atuação. É um aliado do Ministério da Cultura. Nós não teríamos chegado aonde chegamos sem o apoio da Câmara, e dentro da Câmara o apoio de Vanhoni tem sido fundamental para que a gente possa aprovar a legislação, garantir a ampliação do orçamento e a representação dos interesses da cultura do Paraná e do Brasil como um todo. Ele merece o reforço porque vai continuar contribuindo para constituir no Parlamento um apoio à esse Brasil que a gente quer e que o povo brasileiro está sabendo construir.
Juca Ferreira

festa de nossa senhora de czestochowska – campo largo/pr

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Vanhoni participou da procissão em homenagem à padroeira da Polônia, Nossa Senhora de Czestochowska, comemorada no dia 26 de agosto (neste ano a comemoração aconteceu no dia 29, domingo) na Colônia Rivier, Distrito Ferraria, em Campo Largo/PR. (Foto: Christina Minuzzo)

Rivier foi uma das primeiras colônias de imigrantes poloneses no Paraná  (os pioneiros chegaram na década de 1870) e hoje conta com aproximadamente 200 famílias vivendo em pequenas propriedades, com sua principal atividade voltada à agricultura familiar.

O deputado, que tem marcante atuação no município em defesa da cultura e da manutenção dos grupos folclóricos poloneses, foi recepcionado pelo comando da Capela de Nossa Senhora de Monte Claro e acompanhou em uma charrete a procissão dos agricultores com seus tratores e equipamentos de trabalho pela estrada de Nossa Senhora de Monte Claro até a capela, onde foi celebrada missa pelo arcebispo local.

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O milagroso quadro de Nossa Senhora de Czestochowska.

Conta-se que a imagem foi pintada por São Lucas, no tempo de Maria Santíssima, no tampo de uma mesa de madeira feita por São José e no qual a sagrada família fazia suas refeições. A pedido do evangelista, Maria sentou-se para que ele pudesse retratá-la. Terminado Maria disse: “Minha graça irá acompanhá-lo”. Assim, começou a história deste milagroso ícone.

O retrato foi descoberto por Santa Helena, que visitava a Terra Santa a procura da verdadeira cruz de Cristo. Ela presenteou com a pintura seu filho, o imperador Constantino, que a colocou numa das salas do palácio, onde ficou até o ano de 431. Após, foi levada para a igreja que o imperador edificou para a pintura e lá ela permaneceu por 5 séculos. Sempre que exposto, o quadro atraiu numerosos peregrinos e muitos milagres foram atribuídos à intercessão de Maria, por pessoas que oravam junto à pintura. No decorrer dos anos muitos inimigos invadiram Constantinopla e a igreja onde estava o retrato transformou-se em um centro de esperança para o povo da cidade. Durante um ataque, a Igreja pegou fogo e tudo foi destruído, exceto uma pequena parte da parede onde estava o retrato.

Mais tarde o sagrado quadro alcançou o sul da Polônia – foi eventualmente dado como parte de um dote pela união das famílias reais de Constantinopla e Kiev. Em Kiev, foi instalado no palácio real de Belz e permaneceu lá por 579 anos. O príncipe Ladislaus Opolski, encontrou o sagrado quadro no castelo de Belz e, determinado a salvar a imagem das invasões dos Tartars, fez um minucioso exame da cidade mais segura para onde levaria o retrato, Olsztyn. Durante a viagem parou para descansar, e no alto de um monte chamado Jasna Gora (Morro Brilhante), próximo a Czestochowska, a pintura foi colocada em uma pequena igreja de madeira, a Igreja da Assunção. Na manhã seguinte, o retrato foi cuidadosamente reposto em seu vagão, mas os cavalos recusaram a se mover e não houve força humana que os fizesse caminhar; porém, assim que tiraram o quadro do carro, por terem resolvido deixa-lo naquele lugar, puderam os animais, no mesmo instante, pôr-se em movimento. Ficando o quadro em Czestochowska, por vontade de Maria Santíssima, deram-lhe um novo título: Nossa Senhora de Czestochowska.

Em 1430, os hussitas saquearam o mosteiro e carregaram todos os tesouros de Jasna Gora em vagões. Mas, os cavalos que puxavam o vagão onde estava a pintura não se moviam. Os hussitas então jogaram a pintura fora do vagão, e os cavalos moveram-se. Um dos incursores cortou duas vezes com a espada a pintura no mordente direito de Maria. Apesar da destruição, o santuário foi em pouco tempo restaurado (conta-se que em 15 dias). Inúmeras foram as tentativas de reparar os dois cortes no mordente da Virgem Maria e no ferimento da garganta, mas estes reapareciam sempre. Acredita-se que por vontade de Maria as cicatrizes deveriam permanecer. Assim, o milagroso quadro não escapou da desecração e da mutilação, bem como de sensíveis alterações, tanto que é chamado de “Madonna Preta“, pois a pintura original foi escurecida pelo resíduo acumulado das velas e pelas flamas do fogo no incêndio ocorrido.

O mosteiro, transformou-se em uma fortaleza e em um ponto de referência do nacionalismo polonês e suportou o ataque do poderoso exército sueco, em 1655. No ano seguinte, o rei Casimiro proclamou Nossa Senhora de Czestoshowska a Rainha da Polônia e o Santuário de Jasna Gora capital espiritual da Polônia. Em 1683, resistiu aos ataques dos Turts. Durante os anos de divisão da Polônia (1772 – 1918), o santuário transformou-se em um local de união para os povos poloneses. Com a restauração da independência nacional em 1918, os peregrinos eram milhares em um culto constante e fervoroso e quando a segunda guerra terminou, a nação devastada pelo sofrimento da guerra encontrou força e coragem no santuário.

Cópias do milagroso quadro espalharam-se por toda a cristandade e em muitas igrejas de outros países ficaram expostas e foram veneradas. A reputação internacional da imagem foi consideravelmente alcançada em razão da devoção pessoal do Pontífice Romano, o papa João Paulo II, filho nativo da Polônia, que visitou o Santuário em Jasna Gora e orou junto ao milagroso quadro durante sua histórica visita em 1979, meses depois de sua eleição à cadeira de Pedro. No presente, uma pintura de Nossa Senhora de Czestoshowska, adorna o local de reza do Santo Padre.




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Twitter Angelo Vanhoni